8x03: "REDRUM" (A SEGUNDA CHANCE)


Na sexta-feira, 8 de dezembro, o advogado Martin Wells está na cadeia. Seu rosto está ferido. Um guarda entra e diz a ele que é hora de ir embora. Enquanto Wells é levado para fora, Scully e Doggett estão lá e fica claro que Doggett conhece Wells. Quando Wells é levado para uma multidão de repórteres, um homem atira e acerta em Wells. Wells fica deitado no chão, recebendo tratamento de emergência de Scully, e vê o relógio de pulso de Scully parar e seus ponteiros começam a se mover ao contrário.

 

Na quinta-feira, 7 de dezembro, Wells acorda na cadeia. Ele fica surpreso por não estar ferido. Scully e Doggett entram. Wells não sabe quem é Scully e não entende o que está acontecendo. Scully mostra o cartão magnético do prédio de Wells, encontrado perto do local do crime. Wells é levado para a corte de Baltimore para uma audiência. Ele é acusado de assassinar sua própria esposa. O sogro de Wells está lá - ele é o homem que vimos atirar em Wells. Wells vagarosamente começa a entender que não é sábado, mas quinta-feira. Ele sabe até o primeiro nome do juiz, mas o juiz considera os fatos apresentados e nega o pedido de fiança. Quando ele ordena que Wells seja levado a uma prisão mais segura para protegê-lo de ser violentado pelos outros prisioneiros que ele levou para cadeia, Wells diz que se ele for transferido, seu sogro irá matá-lo.

 

Wells conversa com Scully e Doggett e tenta explicar o que está acontecendo com ele. Wells não se lembra de nada dos últimos três dias, mas não tem como provar. Mais tarde, sozinho em sua cela, ele tem breves visões do assassinato, mas nada muito claro. As duas jovens filhas de Wells vão visitá-lo, levadas pela babá, Trina. "O vovô diz que eles não vão deixar você voltar para casa", elas dizem. Ele pede que tragam a ele uma boneca de uma das filhas - que tem uma câmera escondida, ativada por movimento. Ele e seu advogado vêem a fita. Eles encontram sua esposa na fita - e vêem Martin também.

 

Wells acorda na quarta-feira dia 6 de dezembro. Wells é levado para uma sala de entrevistas para conversar com o advogado de sua família, que apresenta seu advogado de defesa. Wells percebe, de novo, que ele está no dia anterior. Seu rosto não está ferido. Os advogados dizem a Wells que a polícia não conseguiu encontrar o cartão magnético e, como resultado, eles tem um caso fraco. Mais tarde na área de exercícios da prisão, outro prisioneiro que Wells prendeu o enfrenta. Um terceiro prisioneiro que tem uma teia de aranha como tatuagem na mão bate em Wells. Scully e Doggett vão vê-lo - da perspectiva deles, é a primeira vez que eles e Wells conversam. Wells tenta explicar. Toda manhã ele acorda e está no dia anterior. Ele não se lembra do dia em que sua esposa foi assassinada porque para ele isso ainda não aconteceu. Doggett vai embora contrariado. Quando Scully sai, ela sugere que talvez Wells já tenha a resposta dentro dele mesmo. Wells revê os arquivos das evidências. Ele é novamente provocado novamente por outro prisioneiro. É doloroso para ele, mas ele olha para as fotos de sua esposa assassinada, e tem outra visão dos eventos. Ele vê a tatuagem de teia de aranha e agora sabe quem matou sua esposa.

 

Na terça-feira, 5 de dezembro, Wells acorda na casa de Doggett. O noticiário está falando sobre a morte de sua esposa e sobre a procura pelo cartão magnético. Wells descreve o homem e Doggett liga para a prisão de Baltimore. Não há nenhum prisioneiro lá com essas descrições - ele não deve ter sido preso ainda. Wells e Doggett vão até a casa de Wells e pegam a câmera escondida. Não há ninguém na fita entre a polícia e sua esposa. A luz do sol em uma janela mostra que quando Wells é visto na fita, o sol fica errado para Wells para ele ser o assassino. Wells explica que havia um controle remoto na câmera escondida - a empregada, Trina, sabia disso. Eles vão até a casa dela e o homem com a tatuagem de teia de aranha na mão está lá, e Doggett o prende após uma confusão. O homem tinha ameaçado a empregada e Trina ficou com tanto medo que não vai testemunhar. Wells conversa a sós com o homem. Wells prendeu seu irmão por possessão de drogas e conseguiu uma pena de prisão perpétua para o rapaz. O homem acusa Wells de omitir evidências que poderiam ajudar seu irmão, para poder conseguir uma pena menos rígida. Apesar do homem, de fato, ter admitido sua culpa a Wells, ninguém mais o ouve e Wells é preso porque a polícia acha que eles já tenham um caso contra ele.

 

Na segunda-feira, dia 4 de dezembro, Wells acorda às duas da manhã num quarto de hotel em Washington DC. Ele tenta ligar para sua esposa, mas a secretária eletrônica atende. Faltam duas horas para o crime. Ele vai até a casa de Doggett e pede ajuda - eles não se viam há três anos. Wells acha que ele merece uma segunda chance. Ele liga para a polícia de Baltimore mas eles acharam que Wells era um lunático. Ele pede a Doggett que chame a polícia usando seu status de agente do FBI e pede também para que eles possam ir até a casa dos Wells. Wells não espera que Doggett complete a chamada e corre para sua casa em Baltimore. A polícia já está no apartamento quando ele chega, mas Vickie não está lá. Passaram-se alguns minutos da hora do crime. Os oficiais dizem que vão verificar na vizinhança, e saem. Wells liga para seu sogro - Vickie não está lá. Vickie chega em casa e Wells está agitado -- eles têm que sair dali o mais rápido possível. Antes que eles saiam, o assassino entra e ele e Wells começam a brigar. Depois de deixar Wells ferido no chão, o homem agarra Vickie. Quando ele está pronto para cortar a garganta dela, ele toma um tiro... de Doggett, que entra com Scully. Dogget pergunta se a segunda chance que Wells queria era aquela. Wells vê o relógio de pulso de Scully -- um dos ponteiros está parado, mas de repente começa a se mover para frente normalmente.

 

Três meses depois, na penitenciária, Wells está na prisão. Uma narração feita por Wells deixa claro que ele confessou ter omitido evidências e que desta vez ele está na prisão por causa de suas próprias ações, tendo recebido sua segunda chance.