8x05: "ROADRUNNERS" (RISCO DE VIDA)


Área rural de Utah. Hank espera num ponto de ônibus, sozinho, quando um ônibus se aproxima mas passa direto. Depois pára, mais na frente na rua. Hank entra no ônibus, que está cheio, e tem uma mulher no volante. Só que assim que o ônibus sai, ele pára de novo e todos exceto Hank, saem, incluindo um homem de muletas. Hank fica pasmo quando a motorista sai e começa a bater no homem de muletas com uma pedra. Então, vários passageiros se aproximam de Hank, e Hank começa a gritar.

 

Mais tarde, Scully chega no local e examina as evidências, incluindo algumas pegadas. Ela usa um telefone público para ligar para Doggett porque ela não está na área de cobertura do seu celular. Doggett fica surpreso ao saber onde ela está, mas ela diz a ele que a chamada aconteceu no final de semana e foi feita pelo xerife local, que queria ajuda na investigação de uma morte... o corpo parecia ser de uma pessoa de 22 anos, mas com uma espinha vertebral com características de uma pessoa idosa. Scully se recorda de um Arquivo X similar, mas não se lembra dos detalhes, e então Doggett concorda em verificar.

 

Enquanto Scully fala com Doggett, um ônibus aparece, e vira numa rua ao lado. Scully desliga e vai atrás do ônibus, parando num posto no meio do nada. Ela fala com o proprietário, que tem uma mão ferida, e diz a ele que ela é médica. Ele diz que não pode lhe vender gasolina porque ele não tem nenhuma, mas ele dá a ela um pouco de seu próprio galão. Ele diz a ela que aquela não é bem uma cidade, só algumas pessoas que estão tentando manter o mundo moderno na baía. Ele entra numa casa e a motorista do ônibus está lá, com Hank, que está muito mal, numa cama.

 

O carro de Scully morre. Ela volta até o posto e pede para ver o galão de gasolina. Dentro há apenas água. Dizem a ela que a chuva deve ter entrado ali. Não há telefone na loja, mas o Sr. Milsap, no final da rua, tem um.

 

Scully vai até a casa do Sr. Milsap e descobre que não há sinal de linha. Ela fica desconfiada que alguém não queira que ela vá embora. Milsap começa a negar que um ônibus tenha passado, mesmo que ele seja uma das pessoas que estavam no ônibus. É muito longe para Scully caminhar até a cidade mais próxima.

 

Scully segue outra mulher que está caminhando na cidade, mas há um encontro de um grupo religioso na casa dessa mulher e ninguém responde a Scully quando ela bate nas portas da casa. Ela pega um quarto com o Sr. Milsap, cuja casa foi uma vez uma pensão. Mas ela deixa sua arma preparada. Do lado de fora, pessoas andam com lanternas.

 

O Sr. Milsap bate na porta de Scully, dizendo que há uma emergência -- um homem no andar de baixo precisa de ajuda. Scully encontra Hank na cama, e ele está sofrendo uma convulsão. Ela percebe um curativo mal feito nas costas dele e diz que ele precisa ser levado a um hospital... mas ninguém por ali tem um carro.

 

Enquanto isso, Doggett liga para o departamento do xerife e fica sabendo que Scully não passou por ali. Ele pede que alguém em Utah procure por ela, e pede que a ligação que ela fez no dia anterior seja rastreada.

 

O telefone de Scully continua não funcionando e não há nada que ela possa fazer por Hank sem medicamentos. Hank acorda e pede para falar com Scully a sós. Ele não sabe seu próprio nome e as pessoas lá cuidaram bem dele, mesmo dificultando Scully ao esta querer ajudá-lo. Scully acredita que várias pessoas cometeram o crime com pedradas, e ela acha que pode haver um culto. Ela precisa que Hank saia de lá mas quando ela verifica a ferida nas costas dele, percebe que há alguma coisa sob sua pele. Ela pega parte da coisa através da ferida, usando uma ferramenta, mas o resto da criatura se move para dentro.

 

Doggett descobre que o telefone que Scully usou fica perto da cena do crime, e que a última chamada antes da de Scully foi na noite do crime quando Hank ligou para sua irmã para dizer que ele estava indo para casa, mas ele nunca chegou lá. Doggett vai para Utah para encontrar Scully.

 

Scully sente que a ferida nas costas de Hank é o ponto de entrada do parasita que está vivendo em sua espinha. Ela acha que as pessoas da cidade colocaram o parasita nele, e que eles mataram a última pessoa que ficou nas condições de Hank. Ele concorda em tentar tirar Hank e ela mesma da cidade.

 

Scully vai até a janela para espiar e dá sua arma a Hank para que ele possa se defender. Quando ela sai, a motorista do ônibus e o Sr. Milsap entram, e Hank diz que eles "precisam de outra transferência".

 

Enquanto isso, Doggett chega em Utah com uma foto com informações sobre vários assassinatos anteriores nos quais todas as vítimas foram espancadas até a morte e nenhum desses crimes foi resolvido. Os assassinatos se estendiam até o deserto... ... quanto mais remota a locação, melhor.

 

Scully entra em um galpão e encontra o ônibus, com Hank lá dentro. Ele começa a distraí-la. As outras pessoas entram e a cercam, e mesmo com Scully correndo, eles a pegam. Hank diz que a vida dela vai ter uma virada maravilhosa pois ela irá fazer parte de algo grandioso. As pessoas em volta começam a cantar, "Amém." Então, eles esmagam o crânio de Hank com um martelo. A motorista do ônibus retira o parasita das costas de Hank e caminha até Scully. Scully implora a eles, dizendo que está grávida, mas eles se aproximam dela.

 

Scully acorda e se encontra amarrada com a barriga para baixo, deitada em uma cama. As pessoas dizem que ela vai adorá-los, protegê-los, e fazê-los melhores do que eles são... e ela será única com "ele". Hank, de acordo com eles, não era adequado. Scully vê luzes de um carro se aproximando, mas as pessoas a amordaçam para que ela não possa gritar por ajuda.

 

Doggett sai do carro. Ele mostra às pessoas uma foto de Scully mas eles negam tê-la visto. Scully usa seu pé para chutar um lampião de querosene e o chão começa a pegar fogo, mas Doggett não percebe o fogo. Doggett vai embora, mas pára e liga para o xerife, dizendo ter sentido uma "vibração" da situação. O homem com quem ele falou carregava uma arma. O departamento do xerife concorda em enviar todos que eles puderem, mas Doggett não pode esperar mais.

 

Doggett consegue encontrar Scully, e ele derruba o homem que estava com ela. Ele a liberta, mas ela não pode andar até o carro dele, e então ele a leva para o ônibus. Doggett faz uma ligação direta no ônibus, mas Scully sente o parasita se mover, e pede a Doggett que ele a corte porque a coisa está se dirigindo ao cérebro dela.

 

Doggett corta a pele da nuca dela, e as pessoas da cidade entram no galpão para entrar no ônibus. Doggett consegue tirar o parasita e matá-lo. De repente, as pessoas param de se mover e ficam em silêncio. Doggett carrega Scully para fora do ônibus, e as pessoas não fazem nada aos dois. Quando Doggett sai, vários carros do xerife chegam no local.

 

Uma semana depois, Scully está fazendo as malas, pronta para sair do hospital. Doggett diz a ela que o grande júri vai se reunir e as pessoas da cidade irão dizer que estavam sendo perseguidos por causa de suas crenças religiosas. Eles acreditavam que o parasita era o Messias. Scully pede desculpas a Doggett por deixá-lo fora do caso, e diz que não vai fazer isso de novo.