8x13: "MEDUSA"


Um homem está sozinho numa estação de metrô em Boston -- outro homem, vestido de preto, se aproxima. O primeiro é um policial disfarçado, que fala sobre a descrição do segundo por um microfone escondido. O segundo pode estar planejando um assalto. O trem chega e o policial entra no vagão. O segundo homem entra no vagão um pouco depois. De repente, o trem perde a energia e os freios são acionados. Os dois homens brigam e podemos ouvir gritos. Na próxima parada, os passageiros encontram o corpo do policial, e seu crânio e partes de seu corpo parecem ter sido dissolvidas por algum tipo de ácido.

 

No centro de operações de trânsito de Boston, Scully e Doggett conversam com autoridades. O supervisor de trânsito local está irritado porque um dos caminhos principais do metrô está fechado e anuncia que a linha deve ser aberta para o movimento noturno. Um terço do tecido do corpo do homem morto foi dissolvido. Scully não quer reabrir a linha até que a causa da morte seja determinada. O oficial de trânsito Bianco acha que foi um assaltante, usando ácido ou coisa parecida. Doggett, Bianco, o homem que foi supervisor de construção de um túnel anos antes e uma mulher do Centro de Controle de Doenças vestem uma roupas especiais e entram no túnel. Scully vai ficar no controle de trânsito e se comunicar com Doggett por rádio. Doggett também carrega um pequeno transmissor de TV com uma câmera na parte da cabeça. Doggett admite que Scully tem experiência neste tipo de assunto. A ventilação foi desligada e o túnel ficou quente. O supervisor de construção grita -- ele tem uma queimadura na nuca. Um líquido numa poça perto dali pode conter ácido. A mulher do Centro de Controle de Doenças faz um teste instantâneo, mas a poça contém apenas água do mar.

 

A equipe percebe movimento -- há mais alguém naquele túnel. Eles vão encontrá-lo. Eles passam por uma velha conexão no túnel, e foi há mais ou menos uma milha dali que o trem perdeu a energia. Doggett tem um palpite e entra no túnel. Enquanto os membros da equipe discutem se devem voltar ao túnel principal, Doggett é atacado. Doggett fica atordoado, mas logo se recompõe. O agressor é o responsável pela morte do policial e pelas partes aparentemente dissolvidas de seu corpo. Bianco pede para irem, dizendo que já encontraram o responsável pela morte, mas o supervisor de construção encontra três corpos, envolvidos em plástico. Eles devem estar ali há tempos e todos mostram sinais do mesmo dano no tecido. Pode ter sido um contágio no trabalho também. A mulher do CCD vê uma sombra indicando que realmente há mais alguém no túnel, mas eles não conseguem encontrar ninguém. Sob a direção de Scully, a equipe deixa os corpos e continua caminhando no túnel principal. O supervisor de construção grita novamente -- seu braço está queimando e faíscas saem dele. Scully rapidamente os ordena a jogar água nas queimaduras. Doggett e Bianco deixam a mulher do CCD para cuidar do supervisor de construção, esperando uma equipe de quarentena chamada por Scully chegar. Bianco vê um brilho verde em sua mão mas não fala nada.

 

Scully se encontra com a equipe quando eles removem o supervisor de construção do túnel. A equipe também tem os três corpos, e Scully os previne para ficarem longe dos trabalhadores de trânsito. Ela suspeita que o supervisor de trânsito quer esconder o problema, suspeitando que ele sabia sobre os corpos que estavam lá. Os corpos são levados ao CCD. Doggett e Bianco continuam, e Doggett descobre um brilho fluorescente verde no rosto de Bianco. Aquilo queimou outras pessoas mas não teve o mesmo efeito em Bianco ainda. Doggett tem que apontar sua arma para Bianco para mantê-lo ali. Eles brigam e Doggett é derrubado. Uma bióloga marinha vai conversar com Scully. Ela analisa o frasco com água salgada. Há medusas -- um tipo de água-viva microscópica -- na água. Elas brilham com bioeletricidade, mas a bioeletricidade não queima as pessoas com o contato. Alguma outra coisa é o que provoca isso. Nos túneis vemos que Doggett está inconsciente e também tem o brilho verde da medusa nele.

 

As chamadas de Scully repetidas pelo rádio acordam Doggett. O oficial Bianco não está lá. Doggett descobre o brilho verde em sua pele. Scully quer mandar uma unidade de quarentena, mas Doggett insiste em parar Bianco, para poder impedir as medusas de se espalharem. O supervisor de trânsito diz a Scully que há passageiros esperando em muitas plataformas. Eles não podem bloquear os túneis para prender Bianco. Doggett encontra Bianco, deitado no túnel. Scully diz a Doggett para sair, mas Bianco pede que ele fique. Doggett ajuda Bianco a andar. Eles vêem a sombra de uma outra pessoa. Doggett encontra um garoto no túnel. Ele não está infectado. Scully acha que conseguiu entender -- o suor pode iniciar o processo das queimaduras elétricas. O suor conduziria a bioeletricidade e as glândulas sudoríparas de uma criança ainda não estão desenvolvidas completamente. Doggett segue o garoto através de uma câmara verde brilhante que tem um grande vazamento de água vindo da baía. O garoto os está levando para um ponto de acesso próximo. Doggett e Bianco cruzam a câmara para chegarem a outro túnel, mas os trens estão funcionando e um está vindo na direção de Doggett. Em poucos segundos o trem vai passar pela água vindo da baía, que contém as medusas, provavelmente contaminando muitos no trem. Doggett tenta uma coisa -- ele usa sua arma para provocar um curto circuito nos trilhos e desligar a força elétrica que faz o trem se mover, e provoca uma alta descarga elétrica nas poças com água do mar. A descarga elétrica mata as medusas, e tira as que estavam na pele de Doggett e de Bianco.

 

No hospital, Scully informa a Doggett que seu corpo não contém mais o organismo. O garoto está com o serviço social. Os outros feridos receberão tratamentos de cirurgiões plásticos. Doggett quer que o supervisor de trânsito seja autuado por conduta perigosa e imprudente, mas o organismo não pode ser mais encontrado. Não há mais nenhuma evidência e os oficiais podem facilmente dizer que eles só estavam fazendo seu trabalho, mantendo os trens funcionando. Doggett está frustrado, mas Scully tem experiência com este tipo de final insatisfatório em um caso. Doggett reconhece o trabalho que Scully teve em descobrir a coisa toda. Ele só agiu como seus olhos e ouvidos.