S9x05: "4-D"


Um homem, mais tarde identificado como Irwin Lukesh, entra no saguão de um edifício. Monica Reyes está trabalhando em uma bicicleta - ela está disfarçada, olhando para ele e se comunicando por rádio com Doggett e Follmer em uma van do lado de fora. Doggett diz que Lukesh é um psicopata que cortou a língua de diversas mulheres. Lukesh pensa em entrar em um dos apartamentos, mas sai do corredor e vai para as escadas. Reyes o segue, saca a arma e Lukesh pula em cima dela. Percebendo que ela está sem comunicação, Doggett e Follmer entram no prédio. Doggett encontra Reyes com sangue em sua garganta. Ele persegue Lukesh e o encurrala em um beco. Doggett tem a arma apontada para Lukesh, mas quando Doggett olha para o lado por um instante para chamar outros policiais, Lukesh desaparece, reaparecendo atrás de Doggett e segurando a arma de Reyes. Doggett se vira e as armas somem.

 

Reyes está em seu apartamento, na Avenida Bennett 67, Washington D.C., desarrumando as malas e se ajeitando. Doggett chega na porta com um presente de boas vindas, com salsichas polonesas de uma loja de conveniências que ele gosta, que fica na Rua M. O telefone toca e Reyes atende. É Skinner, ligando para dizer que Doggett foi baleado. Ela fica confusa, mas Doggett não está mais no apartamento. Ela corre para o hospital. Follmer fica encarregado da investigação. Ele não sabe porque Doggett estava no beco. Skinner ainda está na cena do crime. Scully diz que Doggett acabou de sair da cirurgia, mas que pode ficar paralítico. Reyes continua dizendo que Doggett estava com ela mas no quarto do hospital ela encontra Doggett inconsciente e com um respirador. Tanto Reyes quanto Scully estão receosas quanto à condição de Doggett.

 

No laboratório de balística do FBI eles examinam a bala que feriu Doggett. Follmer recrimina Skinner por não lhe dizer antes que o cartucho havia sido encontrado. A bala não veio da arma de Doggett, mas é de um modelo de arma usado pelo FBI. Follmer ordena que o cartucho seja comparado no banco de dados de armas do FBI. Scully e Reyes falam sobre o que Reyes viu. Scully fala com Reyes sobre a morte de seu pai em 1994 quando ele apareceu para ela no momento de sua morte. Reyes chama isso de "visitação" mas diz que o que aconteceu com ela foi diferente. Skinner telefona e pede a Scully para levar Reyes para o departamento de polícia. Lá, Follmer diz à ela que Doggett foi baleado com a arma dela e que existe uma testemunha que diz que a viu na cena do crime. Irwin Lukesh está atrás de uma janela de vidro, fazendo a identificação.

 

Reyes, Skinner e Scully estão de volta ao quarto de hospital de Doggett. Ela não foi presa pois algumas peças não se encaixam - como ela estar em casa, 25 km de distância da cena do crime momentos depois de Doggett ser baleado e o fato da sua arma não ter sido usada. Skinner percebe o dedo de Doggett se movendo e reconhece o código Morse. Doggett soletra o nome Lukesh. Lukesh entra no seu prédio e abre a caixa de correio 4-D. Ele entra em seu apartamento e sua mãe chama por ele. Ele põe a arma de Reyes na gaveta. Sua mãe é inválida e reclama que ele a deixou e que ela estava assustada, embora ele diga que retornou exatamente na hora em que tinha dito que voltaria. Ela está assistindo "Days of our Lives" na TV e pede um sanduíche e ele diz que irá fazer um de carne enlatada, mas na verdade ele usa uma língua humana.

 

O FBI identifica o nome Lukesh somo Irwin Timothy Lukesh, que estava no hospital de saúde mental em Gaithersburg, MD, por raiva em 1995 depois da morte de seu pai, mas foi liberado. Ele vive com sua mãe inválida perto de onde Doggett foi atacado. Reyes acha que Lukesh atirou em Doggett. Follmer liga para Reyes, e Skinner e Scully voltam ao hospital. Eles instalaram um equipamento de sinais para Doggett, mas ele fala somente com Reyes. Ele está surpreso de vê-la viva pois viu sua garganta cortada. Ele achou que Lukesh a tinha matado. Nessa noite, Lukesh está na cama com sua mãe. Quando ele acha que ela caiu no sono, ele foge. Em um beco, ele se torna invisível.

 

Um médico testa o corpo de Doggett para as sensações, mas não há nenhuma. Reyes diz a Doggett que existem muitas coisas nesse caso que não podem ser consideradas. Ela tem pensado no que daria se ambas as versões do fato fossem verdadeiras - que ela estava em uma vigilância com Doggett e que ele estava no seu apartamento. Ela menciona uma teoria sobre universos paralelos e especula que talvez Lukesh possa viajar para trás e para frente entre dois universos. E se Doggett, de alguma forma, seguiu Lukesh, forçando o outro Doggett, de alguma forma, a sair? Lukesh é chamado de volta para um interrogatório com Skinner, que diz a ele que Doggett o identificou como o suspeito. Lukesh diz que Doggett está confuso. Skinner pergunta sobre a sra. Lukesh e Lukesh diz que ela estava dormindo quando o crime aconteceu e que ela se confunde facilmente. Ele diz que não vai deixá-los importuná-la, e sai da sala de interrogatório. Lukesh e Reyes se encontram no corredor. Ela pergunta a ele como ele faz, como ele se move entre dois mundos. Começou após o seu colapso em 1995? Ele chega perto dela e sussurra, "Deus, eu gostei de você". Já em casa, Lukesh descobre que a arma não está mais na gaveta. Sua mãe a achou e o confronta. O FBI deixou diversas mensagens pedindo para falar com ela, o que ela pretende concordar. Ele apaga a fita, puxa sua navalha e a ataca.

 

Reyes está fazendo a barba de Doggett. Ele sinaliza que tem pensado e acha que a teoria dela está correta. Ele sugere que ela possa consertar tudo - se ela "puxar o fio" dele, ele morrerá e o "seu Doggett" voltará. Ela percebe que ele não acredita na teoria dela mas não quer viver paralisado. Ela diz que faria qualquer coisa por ele, exceto isso. Skinner liga - Marion Lukesh está morta, com o mesmo modus operandi. Eles não sabem onde está Lukesh, mas Reyes acha que ele irá encontrá-los. Reyes volta para casa, usando um transmissor escondido e com o seu apartamento grampeado com vídeo. Depois de alguns instantes, Lukesh pula em cima dela quando ela está em um ponto cego que a câmera não pega. Ele tira o transmissor dela e segura a navalha contra a sua garganta. Na van, Scully tem a intuição de que Lukesh está no apartamento. Lukesh diz a Reyes que ela arruinou tudo e quando ele está prestes a cortar a garganta dela, a porta é arrombada. Follmer entra e atira na cabeça de Lukesh. Reyes está bem.

 

Reyes volta ao quarto de hospital de Doggett. Ela tranca a porta e depois de apertar a mão dele ela desliga o alarme da máquina e desliga o respirador. Doggett morre... e Reyes está de volta no seu apartamento com Doggett segurando as salsichas polonesas. Ela o abraça e Doggett quer saber o que há de errado. Ela responde "Estou bem".