9x07: "JOHN DOE"


DIA UM: John Doggett acorda no chão de um prédio de armazém sujo. Um homem tirou um de seus sapatos e está tentando roubar o outro. Ele corre atrás do homem. Eles estão em uma pequena cidade mexicana. Doggett pega o homem mas a polícia local chega. Doggett diz que ele é a vítima, mas descobre que não tem passaporte ou documentos para mostrar e ele não lembra do seu nome.

 

DIA DOIS: Doggett está em uma cela com uma dúzia de outros homens. Ele grita pelo carcereiro, mas eles o ignoram. Ele se abaixa para amarrar o laço do seu sapato e outro homem, Domingo, ri dele e começa uma conversa. Para sair, Doggett vai precisar subornar a polícia. Doggett diz que só precisa contatar a embaixada americana, mas Domingo insinua que os únicos americanos que eles vêem naquela cidade são aqueles que querem desaparecer. Ir para casa pode não ser boa coisa para ele. Doggett tem um flashback onde ele está na cama com sua mulher quando seu filho entra no quarto.

 

DIA OITO: Domingo é solto da cadeia; seu sócio pagou o suborno, Nestor. Ele pára e pergunta para Doggett se quer se juntar a ele em um "trabalho". Doggett aceita, mas do lado de fora ele começa a ir para longe. Nestor puxa uma arma para ele, mas Doggett habilmente o desarma e pega a arma. Ele pega seu segundo sapato, ainda no chão onde a polícia deixou. Doggett vai atrás do ladrão de sapato, exigindo as outras coisas que o homem pegou dele, como seus documentos, mas o homem não tem nada mais do que um pequeno amuleto de prata no formato de uma caveira humana. Doggett volta para Domingo, que agora está tomando um drinque com Nestor na cantina local. Que tipo de trabalho? Passar pessoas pela fronteira - transportando ilegais para os Estados Unidos. Eles alugam para ele um quarto na parte de cima e Domingo dá para ele um adiantamento de salário. Em seu quarto, Doggett inspeciona o seu corpo. Ele encontra duas cicatrizes perto do seu couro cabeludo e uma tatuagem dos fuzileiros em seu braço. Do lado de fora, um homem observa seu quarto. O homem está usando um bracelete com vários amuletos no formato de caveira.

 

DIA DOZE: Kersh está tendo uma conferência com Skinner e Scully. Uma força tarefa de 40 agentes tem procurado no sul do Texas por Doggett por quase duas semanas. Ontem, Doggett foi fotografado por uma câmera automática de segurança atravessando a fronteira do México. Kersh diz que tem que dispensar a força tarefa pois os recursos do FBI são necessários para segurança nacional e ele não pode mandar um exército de agentes do FBI para o México. Reyes, que está em San Antonio, pode trabalhar com as autoridades mexicanas para achar Doggett, enquanto ela permanecer em território americano. Reyes está conversando com um empresário mexicano, Sr. Molina. Ele diz ser um implementador, mas Reyes o acusa de trabalhar para o cartel de drogas. Doggett estava trabalhando no caso de Hollis Rice, um banqueiro americano que estava lavando dinheiro para o cartel. O advogado de Molina acaba com a entrevista. Doggett tem outro flashback de seu filho. Doggett telefona para o escritório de assuntos externos dos Fuzileiros, fingindo ser um advogado procurando identificar um homem ferido baseado em uma tatuagem. Quando perguntam seu nome, os olhos de Doggett varrem o quarto que ele está e então dá o nome que ele vê em um cartaz. Da descrição da tatuagem, o fuzileiro diz que faz referência ao quartel de 1992 dos Fuzileiros bombardeando o Líbano. Porém, Doggett encerra abruptamente a ligação quando um policial federal mexicano entra no prédio em que ele está usando o telefone público.

 

Mais tarde, Doggett está em uma garagem, trabalhando em um ônibus escolar, quando Domingo entra. Ele mostra a Doggett um cartaz de procurado por alguém chamado Henry Brock, procurado por duplo assassinato e convence Doggett que ele se encaixa na descrição do cartaz. Naquela noite, Nestor fala com um homem na cantina, tratando o homem com muito respeito. Domingo contratou um dos "desaparecidos". O homem diz que Doggett é um agente do FBI. Porque ainda está vivo?, pergunta Nestor. O homem só faz receber ordens do cartel, mas se Doggett fosse morrer naquela noite, não seria problema dele. Scully chega em San Antonio e localiza Reyes. Kersh não sabe que ela está lá e não sabe que Skinner entrou no México para trabalhar com a polícia federal. Scully recebeu informações dos Fuzileiros de que alguém está tentando localizar um homem com a mesma tatuagem que Doggett possui. Reyes reconhece o nome que ele deu como o nome de um cartão telefônico local. Talvez eles possam localizá-lo. Mais tarde naquela noite, Doggett está embaixo do ônibus, ainda trabalhando nele. Nestor entra e o ameaça - "Te vejo no inferno, FBI." Doggett derruba o macaco que está segurando o ônibus, machucando o pé de Nestor, mas ainda tem a arma. Do lado de fora do prédio, vemos flashes de tiros.

 

Domingo chega na garagem e encontra Nestor morto. Doggett tem uma arma e exige saber porque Domingo mandou Nestor matá-lo. Domingo nega e diz que Doggett é um dos "desaparecidos". A cidade pertence ao cartel. Pessoas que fazem problemas, se tornam mortas. Pessoas que causam mais problemas mortas do que vivas ficam assim, significando amnésia. Doggett tem outro flashback do seu filho, o que causa uma grande dor de cabeça nele. Domingo bate nele. Reyes está na cidade, subornando um policial local para obter informação. Ela foi criada no México, fala a língua e sabe como as coisas funcionam. Ela diz que Doggett fugiu dela e dos filhos. O oficial diz que um homem foi trazido na noite anterior e levou uma surra. Reyes entra no necrotério e o corpo parece com o de Doggett, até que ela tira o lençol. Não é ele, mas ela vê duas pequenas cicatrizes perto do couro cabeludo do corpo.

 

DIA TREZE: Domingo fala com o representante do cartel na cantina. Ele diz que Nestor está morto e que deixou Doggett inconsciente na garagem. Nestor não tentaria matar Doggett sem instruções. O representante quer saber o que o americano disse a Domingo. Domingo diz que ele não disse nada. O homem acha difícil de acreditar e põe suas mãos na cabeça de Domingo, um dedo de cada mão pressionando perto do couro cabeludo e tirando sangue. Doggett acorda. Um carro chega e Reyes entra na garagem. Doggett não a reconhece, pula nela e agarra sua arma. Ela tenta convencê-lo de quem ele é, mas ela diz que eles precisam ir embora pois não estão a salvos naquele lugar. Vários carros da polícia local chegam e os oficiais engatilham suas armas em direção da garagem. Reyes e Doggett são ordenados a se renderem, mas Doggett está mais interessado em perguntar sobre seu filho. Ele fica atônito quando descobre que Luke está morto, assassinado. A polícia atira uma bomba de gás dentro da garagem, que Reyes joga de volta para fora, mas a polícia abre fogo. Ela pede que Doggett se concentre e ele diz a ela para entrar no ônibus.

 

O ônibus sai da garagem, de ré. Parece que Doggett e Reyes escaparam, mas o ônibus acaba virando. Os oficiais locais se aproximam, mas veículos da polícia federal chegam. Os oficiais locais erguem suas mãos e Skinner se aproxima do ônibus. Mais tarde, Doggett visita o representante do cartel na cantina. Doggett sabe que ele faz os inimigos do cartel desaparecerem e que foi ele que roubou sua identidade. Ele havia localizado o banqueiro que estava fora de si e não sabia quem era. Doggett diz ao homem que ele falhou pois ele se lembra de tudo. O homem pergunta porque Doggett iria querer se lembrar. O homem pôde sentir toda a sua dor. Porque lutar para ter tudo de volta? Doggett responde, "porque é minha". Doggett tem outro flashback de uma lembrança feliz de Luke aprendendo a andar de bicicleta. Reyes diz a Doggett que sente muito que ele teve que reviver a lembrança do que aconteceu com Luke. Doggett responde que ele aceita o ruim enquanto ele possa se lembram do bom.

 


O episódio faz referência ao dia 4 do mês, mas não fica claro de que mês.