9x14: "IMPROBABLE"



(Nota: Este é um episódio singular com vários visuais que chamam atenção a diversos números.)

Em um cassino, um homem recebe uma mão ruim de cartas e deixa o jogo. Ele observa uma bela loira jogando em uma das máquinas. Ele se direciona ao bar e senta ao lado de um homem que está fazendo truques com baralho no bar. Ambos pediram "7 & 7 e Morleys". (O segundo homem é interpretado por Burt Reynolds e seu personagem não é identificado. Pela necessidade de um nome, vamos chamá-lo de "Burt" nesta sinopse) Burt começa a filosofar sobre cartas e números. Ambos olham para a loira. Ela vem toda semana e perde todo seu pagamento, Burt comenta. Ela se dirige ao banheiro e o homem vai atrás dela. Enquanto Burt vira o ás de espadas, eles escutam gritos vindos da direção do banheiro.


Na sede do FBI, Reyes lê o jornal sobre "assassinato no casino não oferece pistas" enquanto anda no corredor do escritório dos Arquivos X. Scully entra para encontrar Reyes ponderando sobre três arquivos de casos, contando nos dedos. Reyes pergunta se Scully acredita que o universo possa ser reduzido a uma simples equação. Scully dá uma resposta altamente científica que, na verdade, diz que não. Reyes mostra a ela fotografias de três mulheres, mortas em casos não resolvidos. Reyes aplicou as técnicas da numerologia para avaliar o nome e data de nascimento da última vítima e determinou que ela tinha um número cármico. As outras vítimas dos assassinatos não resolvidos também tinham números cármicos. Scully começa a argumentar com a idéia quando ela nota um padrão nos hematomas de todas as vítimas, feitas possivelmente por um anel usado pelo assassino. O padrão são três pequenas marcas como círculos em uma fileira.


O assassino olha pela sua janela e vê Burt na rua com uma pequena mesa, fazendo truques com cartas para as pessoas que vão passando. Enquanto Burt vai fazendo seus negócios, todos na rua parecem estar andando ao ritmo da música italiana que toca. Burt parece cantar a letra da música. O assassino chega e pergunta se Burt o está seguindo. Burt dá uma indireta, indicando que sabe que o homem é o assassino. Ele diz que o segredo para esse jogo consiste em "escolher melhor". O assassino vira a mesa de jogo e vai embora. Na rua ele passa por Reyes, que entra em um hotel e vai ao escritório da numerologista. Ela está procurando por ajuda no perfil do assassino das vítimas da numerologia. A numerologista não está certa de que tem a habilidade necessária, mas concorda em tentar. Enquanto conversam, Doggett telefona para Reyes e lhe diz que mais vítimas foram identificadas. Ela entra no escritório do FBI e vários agentes a aplaudem, inclusive Doggett e Scully. Um supervisor do FBI diz que ela fez algo inusitado, ligando os seis casos não resolvidos. Uma força tarefa está sendo mobilizada. Reyes está convencida que o assassino está matando baseado na numerologia. A numerologista liga para avisar algo importante para Reyes, mas antes que possa revelar o que descobriu, o assassino entra em seu escritório.


O FBI, incluindo Reyes e Doggett, estão no escritório da numerologista. Ela está morta. O supervisor quer saber como o assassino poderia saber que Reyes havia entrado em contato com a mulher. Reyes não havia dito a ninguém. Burt está na rua, desta vez fazendo um truque com dominós, caindo em espiral no formato do número seis. O assassino vai em direção a Burt e o acusa de estar tentando fazê-lo ser pego. Scully realiza uma autópsia no corpo da numerologista. Antes dela fazer uma incisão, ela vê uma marca na pele como o número seis. Scully vai até Reyes que ainda se encontra no escritório da numerologista. Scully descobriu o que as três marcas enfileiradas significam - quando vistas bem de perto cada uma é o número seis - "666" é a marca do diabo. Enquanto isso, Reyes viu que a numerologista descobriu que o número do assassino combinava com o seu próprio.


O supervisor dá a Doggett um perfil psicológico do assassino que na verdade não ajuda em nada. Doggett percebeu que os locais dos assassinatos fazem o formato do número seis em um mapa. Reyes e Scully deixam o escritório da numerologista e entram no elevador com o assassino. Quando estão prontas para sair do elevador, o assassino segura a porta do elevador com sua mão e Scully vê o anel. Ao sair ela puxa sua arma para o homem que está dentro do elevador, mas a porta se fecha novamente antes que ela possa levar o assassino em custódia. Scully e Reyes correm escada abaixo até o estacionamento, mas um carro arranca antes que elas possam impedi-lo. Elas não podem usar o serviço de celular do porão e as portas estão todas trancadas. Elas estão presas dentro da garagem. Descobrem alguém em um carro perto - mas é Burt. Ele não tem identidade e diz que estava esperando por um amigo pois eles têm um jogo que eles jogam regularmente - damas. No bagageiro do seu carro há um tabuleiro de damas e dúzias de CDs de música.


Eles terminam jogando damas enquanto esperam que alguém apareça para tirá-los da garagem. Olhando ao padrão das peças, Reyes percebe que o assassino mata em três: loira, ruiva e morena, nessa ordem. E se ela e Scully forem as próximas vítimas? Scully imagina se Burt não faz parte disso. Reyes observa que os números levam ao assassino, que os leva à garagem. Burt entende que os números estão controlando as ações do assassino. E se o assassino já estiver na garagem? Scully e Reyes puxam suas armas e começam a procurar pela garagem. O assassino pula em cima de Reyes e eles lutam. Quando ele está prestes a agarrar sua arma, Doggett atira nele. Doggett viu um padrão nas vítimas e percebeu que Scully e Reyes poderiam ser as próximas. O assassino morre sem dizer nada e Burt some misteriosamente.


Em casa, Scully põe William para dormir e apaga a luz para também ir dormir. Ela acende a luz novamente e telefona para Reyes, perguntando qual é o seu próprio número. Reyes responde que Scully é um "9", indicando algo completo. Scully também pondera quem seria "aquele homem", para o que Reyes responde, "só Deus sabe". Enquanto o corpo é retirado do hotel, dois homens cantam em italiano na rua. Todos na rua começam a dançar junto com eles. A câmera se move para cima do lugar, até mostrar que a região em volta dele forma uma figura parecida com o rosto de Burt.