9x16: "RELEASE"



John Doggett chega em um prédio abandonado em um distrito. Ele está seguindo uma pista anônima. Ele escala até o andar de cima e um outro homem bate nele e foge. Doggett levanta e ouve um estranho ruído na parede. O gesso está fresco e quando Doggett põe seus dedos no gesso, começa a jorrar sangue.


O corpo encontrado por Doggett na parede é usado por Scully em sua aula. O agente foi levado até o corpo através do som de ratos se alimentando. Ela pergunta à classe sobre como proceder com a "Jane Doe", ou seja vítima não identificada. Um aluno, cadete do FBI Hayes, têm uma idéia sobre o assassino. Ele leva Scully até outra morte recente. Ambas, ele diz, eram mulheres solteiras que conheceram o homem errado em um bar. Testes feitos no segundo corpo mostram que a mulher foi morta com a mesma faca e utilizando uma técnica de corte similar. Doggett imagina porque alguém o levou até a cena do crime, já que esse caso não é um Arquivo X. Doggett e Reyes visitam o cadete Hayes para conversarem mais detalhadamente. Ele diz que "vê coisas". Ele diz à eles que o assassino é um ex-condenado com conexões com a máfia e que está em condicional em Nova Iorque. A descrição detalhada deixa Doggett com uma expressão anormal em seu rosto.


Hayes volta para o seu apartamento. As paredes estão cobertas com centenas de fotos de cenas de crimes. Entre elas, existem fotografias de Doggett com seu filho morto, Luke. Doggett e Reyes visitam um bar e falam com Nicholas Regali, o homem descrito por Hayes. Reyes o acusa das mortes, o que ele nega, dizendo que eles não têm idéia com o que estão lidando. Naquela noite, Doggett fica acordado em sua cama, então levanta-se para olhar o arquivo de seu filho. Ele continua revendo o arquivo no escritório dos Arquivos X e Hayes entra. Doggett pede a Hayes que considere outro caso. Primeiramente ele não admite ser sobre seu próprio filho, mas Doggett descreve como um garoto de 7 anos estava andando na bicicleta pelo quarteirão enquanto sua mãe contava as voltas. Ele não voltou de uma das voltas e a mãe achou a bicicleta sem nenhum rastro do garoto e sem testemunhas. Hayes diz a Doggett que o caso de Luke é o mesmo caso que eles investigaram no dia anterior. Hayes o leva até seu quarto e lhe mostra as fotografias. Hayes diz que se olhar as fotografias por um longo tempo elas lhe dizem coisas. Doggett diz que um homem chamado Bob Harvey era o suspeito mais provável que eles tinham no assassinato de Luke. Agora Harvey está morto. Hayes diz que Harvey seqüestrou Luke, mas não o matou. Fica implícito que Regali matou Luke, pois Hayes diz que eles eram sócios.


Doggett vai até Brad Follmer, que estava envolvido na força tarefa ao crime organizado em Nova Iorque anos antes. Follmer reconhece o nome de Regali, mas nunca apareceu conexão com o assassinato de Luke. Follmer concorda em perguntar por aí sobre conexões entre Harvey e Regali. Mais tarde, Doggett diz a Reyes que Regali é um suspeito no assassinato de Luke. Regali e Harvey cumpriram pena juntos em 1988. Reyes não acredita que a evidência seja forte o bastante e não quer ver Doggett desapontado. Doggett visita sua ex-esposa, Barbara, em Woodbury, Long Island. Ela não quer se envolver a menos que Doggett tenha certeza de ter identificado o assassino. Ela concorda, no entanto, de ver uma fila de homens, incluindo Regali. Scully vai até o departamento de polícia e conhece Barbara que diz que Doggett se culpa e que nunca pode fazer o bastante ou sofrer o bastante. Barbara vê que Doggett e Reyes poderiam ter um relacionamento, mas ele não se deixa envolver com Reyes emocionalmente. Os oficiais estão liberando Regali, por ora, pois não há evidências suficientes para mantê-lo preso.


Scully reporta para Doggett e Reyes que os machucados em Luke e nas duas mulheres mortas possuem certas similaridades mas as armas usadas foram diferentes. Doggett imagina porque Regali só leva um "tapinha na mão" da lei, mesmo estando implicado em vários crimes. Doggett suspeita de suborno. Doggett e Reyes vão até Follmer. Reyes diz a Follmer que quando ambos estavam trabalhando na força tarefa ao crime organizado em Nova Iorque, ela viu ele aceitando um suborno, o que foi o motivo do seu relacionamento haver terminado e ela ter sido transferida para outro escritório do FBI. Ele diz que estava dando dinheiro para um informante da máfia e que ela entendeu errado. Follmer informa que o cadete Hayes entrou na academia do FBI com outro nome. Seu nome na verdade é Stewart Mims, um homem com histórico de esquizofrenia e problemas mentais. Seu último endereço conhecido era o hospital psiquiátrico, mas Follmer informa que Mims também foi visto em Nova Iorque em 1993, quando Luke foi morto. Um time da SWAT invade o apartamento de Mims. Ele está lá dentro e se submete passivamente à prisão, mas todas as fotos haviam sido removidas das paredes.


No lado de fora de um bar, Regali entra em um carro com Follmer. Follmer pergunta se Regali esteve envolvido na morte de Luke e Regali nega. Follmer quer acabar com "essa coisa toda" mas Regali deixa claro que ele tem um vídeo de Follmer aceitando suborno vários anos atrás. Regali diz, "Nós terminamos quando eu disser que nós terminamos". Barbara olha para a fila de homens incluindo Mims e o reconhece. Os agentes questionam Mims sobre sua identidade falsa. Ele percebe que Barbara o reconheceu, mas ele diz que ela não sabe de onde, e ele nega ter matado Luke. Ele diz que estudou o caso obsessivamente - esquizofrênicos sempre fazem coisas obsessivas. Ele mandou a dica anônima para Doggett e ele entrou na academia do FBI para poder se aproximar de Doggett. Ele quer ajudar a solucionar o caso. Mims diz que recebeu outra mensagem e que quer voltar para o seu hospital psiquiátrico. Doggett sai bruscamente da sala de interrogatório. Reyes e Follmer estão do lado de fora. Scully vai logo atrás e diz a eles que Mims lhes contou uma história, mas eles não sabem o quanto é verdade.


Doggett vai até o bar e fala com Regali, que novamente nega estar envolvido na morte de Luke. Ele diz, apesar de haver uma explicação hipotética. Ele descreve um "homem de negócios" que têm vários sócios como Bob Harvey que são "psicopatas" que gostam de garotinhos. Esse psicopata vê um garoto e o agarra. O homem de negócios vai até eles e o garoto vê o rosto do homem de negócios, o que é um problema, mas todo problema possui uma solução. Regali sai. Após um momento, Doggett puxa sua arma e segue, mas um tiro é ouvido do lado de fora. Follmer está lá e matou Regali.


Em uma praia, John e Barbara Doggett estão parados perto da água. Eles abrem uma pequena caixa que diz "Luke Doggett 9 de Janeiro, 1986 - 13 de Agosto, 1993" e jogam suas cinzas para o vento e as ondas. Barbara vai embora e Doggett volta para seu veículo onde Reyes está esperando. Eles se abraçam.